Autor: André Mario

Já faz algum tempo que nos deparamos com mais um dos acontecimentos mais nefastos da atualidade estado unidense, mais um tiroteio em massa ocorreu no país no inicio de 2018, o atentado na escola Stoneman Douglas reabre espaço para as mesmas discussões nos noticiários, entre controle de armas e armamento de professores, liberdade e segurança conflitam, mas o ponto mais importante do debate parece ser deixado de lado. O que promove a ocorrência destes eventos?

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A rotina é imperativa quando lidamos com nossas obrigações, adotamos costumes repetitivos para lidar com o dia a dia, de maneira consciente ou não estes costumes que parecem fornecer o máximo de conforto possível sem atrapalhar a produtividade, dessa forma, a rotina parece ser benéfica. Agora convido ao leitor a pensar em seu passado recente e buscar diferenciar os últimos dias mais mornos ou normais de seu mês, acredito que imagens genéricas do caminho para casa ou um almoço em seu restaurante de sua preferência estejam brotando de sua memória, mas não se esqueça, quero que você se lembre do comum, no que rege a mim, acho difícil retirar muita informação daquilo que vivemos repetidamente.

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Existem momentos na vida em que nos encontramos em situações delicadas e desagradáveis, o impacto desta fase pode ser agravado ainda mais se a pessoa que sofre não possui esperança, seu mundo é morto, escuro e doloroso, mudar é necessário para evitar afundar cada vez mais no poço sem fim da existência, emergir deste poço não é simples e lutar com força contra o peso que lhe arrasta para fundo poderá apenas te desgastar ainda mais. A mudança deve ser gradual, notando seu arredor você descobrirá que existe força dentro de ti que iluminará a escuridão que te permeia afastando seus medos e revelando a resiliência que parecida vencida, agora com energia, a ascensão se inicia, mas é sinuosa e os perigos irão te derrubar novamente, mas a determinação e experiência lhe libertará para apreciar a beleza da vida e alcançar a luz no fim do túnel.

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Solidão.

Como não sentir angustia ao pensar como seria viver sem ninguém a sua volta? Atualmente estamos permeados de ferramentas que nos aproximam de pessoas seja forma direta trocando fotos ou mensagens de texto, seja de maneira indireta seguindo conteúdo ou apenas lendo discussões e opiniões. De certa forma vivemos em constante contato humano, mas, ainda assim, é possível se sentir só?

Peço ao leitor que se lembre de um agradável almoço de domingo ou de uma conversa descontraída com colegas, creio que tal momento lhe traga mais satisfação do que uma conversa pelo celular com os mesmos agentes. Ate a esta ideia e reflita: ao experienciar uma forma plena de socialização, nenhuma outra te tocará da mesma maneira? E ao saber que tamanha plenitude nunca mais será alcançada novamente, o que sentir? Raiva? Desespero? No principio é possível que sim, mas à longo prazo, solidão. Continue reading

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