Colunas

Parada Relâmpago

The Company of Myself

Solidão.

Como não sentir angustia ao pensar como seria viver sem ninguém a sua volta? Atualmente estamos permeados de ferramentas que nos aproximam de pessoas seja forma direta trocando fotos ou mensagens de texto, seja de maneira indireta seguindo conteúdo ou apenas lendo discussões e opiniões. De certa forma vivemos em constante contato humano, mas, ainda assim, é possível se sentir só?

Peço ao leitor que se lembre de um agradável almoço de domingo ou de uma conversa descontraída com colegas, creio que tal momento lhe traga mais satisfação do que uma conversa pelo celular com os mesmos agentes. Ate a esta ideia e reflita: ao experienciar uma forma plena de socialização, nenhuma outra te tocará da mesma maneira? E ao saber que tamanha plenitude nunca mais será alcançada novamente, o que sentir? Raiva? Desespero? No principio é possível que sim, mas à longo prazo, solidão.

A partir destas propostas lhe trago The Company of Myself jogo de Eli Piilonen que conta o relato de um eremita sobre sua vida solitária. Segundo o protagonista, na vida ele tinha duas paixões: atuar, e uma garota chamada Kathryn – que costumava se divertir na companhia dos outros. Agora possui apenas a companhia de si mesmo.

O jogo de plataforma e quebra cabeça é simples e sua mecânica principal é criar sombras de ações realizadas para avançar para a próxima fase, os desafios não são complexos e a mecânica é bem explorada, é possível acabar o jogo em menos de 30 minutos, ao fim, você será apresentado à grande verdade sobre a solidão do eremita.

Confira o jogo aqui

Scroll to top